Quem é o autor?

Eu sou T. K. Pereira, baiano fruto da década de 80, natural de Camaçari, e hoje residente em Belo Horizonte, Minas Gerais. Sou um leitor ávido. Cresci entre revistinhas da Turma da Mônica, manuais dos Escoteiros Mirins e livros do Sítio do Pica Pau Amarelo. Assim, não é surpresa que o desejo de criar histórias tenha brotado ainda ali por volta dos meus 11 anos.

Em 2010, sob a alcunha do Escriba Encapuzado, eu decidi abraçar de vez a paixão pela escrita e me lancei numa jornada de estudos e profissionalização,. Meu caminho se entrelaçou com os de escritores contemporâneos admiráveis com os quais aprendi bastante. Carrego no peito os mestres belo-horizontinos Sérgio Fantini e Ana Elisa Ribeiro. E também o rio-grandense Luiz Antônio de Assis Brasil, organizador da mais renomada e longeva oficina de literatura do Brasil.

Igualmente preciosos para minha formação foram os conselhos dos mais de 100 escritores que compartilharam suas experiências no projeto 7 coisas que aprendi, organizado desde 2012 em parceria com o estimado colega carioca Alexandre Lobão. Em 2013, escrevi para a coluna Café Literário do portal independente Café com Notícias, do jornalista mineiro Wander Veroni. Foi uma excelente oportunidade para me envolver com o circuito literário local e desenvolver melhor as facetas mais jornalísticas do ofício da escrita: a pesquisa e o detalhamento.

Meus trabalhos

O primeiro resultado do tapa à cara como escritor profissional veio em 2015, quando fui um dos 20 finalistas entre os mais de 6.500 inscritos no concurso Brasil em Prosa 2015, da Amazon. O conto Doses de orgulho e vergonha acumulou mais de 70 avaliações positivas na plataforma. Em 2016, iniciei o projeto Fotos e Grafias, uma antologia online de contos, crônicas e poesias que reúne autores de diversas partes do país. Um pouco mais seguro de meu caminho, publiquei 4 contos em Onisciente Contemporâneo. Nos anos seguintes, integrei as antologias Translações Singulares, Não Culpe o Narrador e F! de Verdade, ao lado de autores que por muito tempo admirei.

E o que o futuro reserva? Sabe lá Deus. Sigo me dedicando ao que tanto amo e, por ora, isso me basta.

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